quarta-feira, 26 de junho de 2013

Tristeza



 Inicio este texto com a tradução da letra 'Pigs on the wing' do Pink Floyd: 
"Se você não se importasse com o que acontece comigo, e eu não me importasse com você,

nós andaríamos por aí, no nosso caminho, através do desgosto e da dor, ocasionalmente dando uma olhada através da chuva.
Nos perguntando qual calhorda culparíamos
E tomando cuidado com os porcos voando..."

As marcas, as linhas, a sabedoria, a dor...

Dor sempre silenciosa e matreira... perpetua à vida inteira!


Ao ser questionado sobre a mensagem que desejo passar, disse: "Quero mostrar a tristeza, retratá-la em sua forma mais pura, sem pudor! Eternizá-la em imagens..."


Esperar se faz necessário, pois o tempo e as pessoas à exteriorizam mesmo sem perceber...


E se você não a perceber, lá estarei pronto à registrar...
Eternizando e fazendo com que essa tal de tristeza,
 Nunca, mas nunca irá se acabar!



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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Um lugar que...

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Adormeci e sonhei que estava em um lugar lindo, onde as paisagens eram exuberantes, cheio de paz e harmonia. Um lugar vivo, cheio de cores, onde o encanto natural misturava-se com a alegria das pessoas. Um lugar onde o colorido convivia harmonicamente com o preto e branco e ambos eram felizes, cada qual à sua maneira. 



Esse lugar reunia pessoas de todas as idades, eles se confraternizavam e ritualizavam à vida.


           



De certo que, fossem crianças, fossem velhos, ambos conservavam hábitos simples.

Um lugar onde orientais dançavam vestidos de escoceses.

Um lugar dos sonhos...


E que se foi ao acordar!
Porém eu sei que perto dele estou e novamente estarei quando os olhos fechar.



terça-feira, 11 de junho de 2013

O conto de um canto esquecido...


O conto de um canto esquecido...
Partiu com destino à cidade esquecida em meio a uma rota que levará do nada a lugar nenhum.

Havia relatos que os moradores desta cidade eram gigantes ferozes, muitos deles canibais, sedentos por carne humana. Não havia água nem luz, a única beleza era a tristeza e o ódio estampado na face e nos olhos dos cidadãos.

No caminho além da expectativa em chegar a fome o consumia quase por inteiro. Próximo à chegada avistou o primeiro morador da cidade que distante nada parecia com gigante. Maltratado, maltrapilho, andando com dificuldade e com a pesada carga de uma vida difícil. Eis, o gigante! Aos olhos daquele um pequeno ser abatido pela vida, gigante apenas na lembrança de seu passado. Ostentando as rugas e as dores pelo corpo, carcomido de doenças e defeitos.





Depois disso, andando por mais de vinte minutos entre as construções, onde nenhuma alma viva, se fazia presente, sozinho à caminhar pelas ruas desertas e gélidas ensaiando uma certa catatonia, deslumbrou-se um paraíso esquecido. Passado latente nas esquinas, nas formas e talvez no cotidiano dos moradores escondidos em suas casas contemplando as camas em descanso feriado.


Estava a interpor as ruínas, ainda assim, era a forma de se chegar mais perto do passado, não do seu, mas daqueles que ali habitavam.

Essa viagem ultrapassara o tempo, mas o tempo passara a cada passo e diante disso, se fazia presente no contexto do passado.




Assim foi por todo o tempo em que esteve na cidade, uma mistura de sentimentos e pensamentos.
Evidentemente, observou moradores não tão grandes como o mencionado e não tão pequenos como acreditado. Com um pouco de atenção encontrou muitas semelhanças com hábitos praticados por ele em seu convívio social, resumiu-se apenas a encontrar um adjetivo para o que pensara e concluiu serem apenas humanos.



  






Muito agregou a estada, porém a partida se fez necessária.
O dia estava acabando as emoções vividas já se faziam presentes na memória e amanhã um outro dia totalmente novo, diferente. Ao olhar para trás já se despedindo, notou como a simplicidade pode trazer coisas agradáveis e diante daquele momento a única e verdadeira diferença encontrada foi que os cachorros naquele lugar são mais peludos e bravos que os restantes.



Todas as fotos foram realizadas na cidade de Oriente/SP.
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Fotografia / Pensar e Clicar

 Para fotografar é necessário pensar!


Uma dica importante para obter uma boa fotografia é imaginá-la, é pensar antes de clicar.

Verificar atentamente o ambiente, se há excesso ou ausência de luz, se há condições de mover-se ou alterar a câmera. 
Saber se o que vai ser fotografado se move e para onde, ou fica estático.
Isso pode parecer besteira mas atentar-se a esses quesitos pode tornar-se um diferencial na hora de fotografar.
Talvez você consiga diminuir o números de cliques e aumentar a qualidade das imagens captadas.
Inconscientemente você pode sofrer da síndrome do dedo nervoso, clicando demasiadamente e obtendo resultado final fora da margem do esperado. 
Uma dica já fora mencionada acima, tente antecipar as imagens, veja as possibilidades, compreenda os movimentos e vá de encontro a eles, não contrario.
Se você analisa antes o ambiente, consegue ajustar as configurações de sua câmera mais tranquilamente, não sendo pego de surpresa no momento exato do clique.
A não ser que utilize a máquina no modo automático, aí não precisa se preocupar com isso! 
Este 'planejamento estratégico' lhe proporcionará uma certa seguridade, podendo assim, efetuar suas fotos de uma forma mais tranquila, estando focado 100% na cena que irá captar.  Se deseja fotos criativas em ângulos diferentes, você terá que treinar esse olhar.  Precisará acima de tudo, "Olhar o que todo mundo olha e ver diferente do que todo mundo vê!".
Continuemos praticando e fotografando, registrando momentos, aprendendo e acima de tudo curtindo cada momento em busca da imagem perfeita...


Boas imagens à todos!!!...

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